terça-feira, 12 de março de 2019

A MORTE SAIU À RUA DE MADRUGADA...


LUTANDO!
Há dias carregados de más noticias e hoje dia 12  foi um deles.
Telefonei a um amigo, antigo colega que mal começou a falar me disse:

-Morreu a Ana!!!
Emudeci.
Antiga colega  com quem me dei sempre bem.
Nunca gostei de pessoas panhonhas, mas sim de rebeldes.
A Ana era rebelde.
Dava luta,nunca se calava, nortenha de Cinfães.
Pereceu lutando como sempre fizera mas era ainda uma jovem.
LUTANDO SEMPRE!


Mas não foi só, ainda que fosse o mais negativo de ontem:

Acontece que por volta das 22 horas apareceram-me as 3doenças3, sim três: caganeira, soltura e diarreia!!!

Devo ter comido dois pastéis 
estragados e bem, pois que o resultado foi imediato.

Querem saber a origem? Já foram de Belém,agora não sei bem qual é!?!







                                                      ESCREVE: VÍTOR 

LEMBRANDO O FERREIRA DA CENTRAL (por onde andará?)

Como caminhamos todos para ficar xéxés, sim a xexização está mais próxima do que julgamos e, se já tens sinais evidentes, tais como: começares a ir  dormir para  o guarda-fato; colocares a louça para lavar na máquina da roupa e vice-versa; aspirares os frascos ou pacotes onde guardas o feijão, massas, farinhas ou grão; lavares a cara e tudo o resto na sanita e fizeres as necessidades fisiológicas no lavatório; se achares que a banana é uma fruta muito saborosa apenas com o senão de um caroço enorme.




Se achares que tens alguns destes indicios pede a alguém que chamem os limpa-chaminés para te fazerem uma limpeza geral ao capacete!!!

Depois não digas que ninguém te avisou.



Lembras-te do Ferreira que trabalhou muitos anos na Central?

Há anos atrás, bastantes, já ele de fato e gravata se rebolava, nos campos de futebol pelados, onde jogávamos estivessem cheios de pó ou de lama.

Levava por vezes o almoço na carteira dos documentos e ao abri-la viam-se dois ovos estrelados!!!

E demorava mais de cinco minutos a entrar num táxi. Sabeis porquê?

Pois é, entrava de lado e muito devagar.

O fogareiro perguntava-lhe se se sentia mal ao que ele justificava com o facto de ser assim porque queria acomodar bem os...cornos!!!



Há testemunhas ainda vivas e entre elas está o Barão, também conhecido por Duarte Silva, que se quiser pode acrescentar algo mais.

 Que será ou por onde andará o Ferreira? Responda quem souber.









                                                                   Escreve: VÍTOR

segunda-feira, 11 de março de 2019

AVENTURA NA NOITE DE LISBOA



O dia de trabalho (salvo seja) estava a terminar, a combinação estava perfeita dois Vitores a ladear o Afonso e ali, avenida abaixo, vão eles direitos à Solmar.




Ai instalados iniciámos com umas Imperiais ao balcão, para fazer companhia ao Taniça, ao Barbio e restantes compinchas (Rito, Zequinha etc..), que até eram muitos e como não era tarde, pois o objetivo seria seguir até ao Cais do Sodré para entrar no Jamaica, a casa mais decente, moralmente falando, da rua Nova do Carvalho.


Deliberámos, não, decidiu o nosso ditador privativo Vitor, que comíamos ali qualquer coisa, essencialmente, que desse para usar a pequena tábua e o martelo de madeira, pois dizia ele: quem sai aos seus não degenera e como o pai tinha sido Juiz e usava o martelo para colocar ordem no Tribunal, ele usava-o, na cervejaria, para acalmar a Sapateira.
Bem, lá fomos, muito psicadélicos a abanar o capacete, naquele local que durante anos fez, acho que ainda faz, parte da história de muitas pessoas.
Umas horas depois, já na rua, colocámo-nos em posição, à porta do Texas e em frente ao Copenhaga, para apanhar um Táxi e uns minutos depois eis que surgem duas grandes surpresas, um táxi estaciona mesmo junto de nós, como dizem os tripeiros mesmo à beirinha, espreitámos e vimos:
Uma senhora, que regressava de um serviço, muito pedrada e não atinava nem com a carteira nem com o porta moedas e ao ver esta hesitação, o robusto taxista, alça das manápulas e vai direito à mala, retira o porta moedas e em sistema self-service começa a aviar-se, e nós assistentes deste episódio, que os protagonistas ignoravam completamente, ele pela ganância e ela pelas alucinações que estava a viver da pedrada em que se encontrava, deixava-nos incrédulos a ver toda esta acção, que termina com a saída, a cambalear, da dita senhora de dentro do Táxi e então, entrámos nós.
Nesse preciso instante, ouço o Vitor e o Afonso em uníssono: Olha o Carne Assada!!!! Oh! Meu grande Cabrão, (Carne Assada era a alcunha do Fonseca, nosso colega que tinha este part-time) nós vimos tudo dali de fora, estás fodido, dizia o Vitor, para que não se saiba vais ter de levar o Afonso ao Barreiro, este, que era eu, a Benfica e a mim ao Cacém.
E assim terminou, em beleza, esta soírée em contradição com a matiné que o Fonseca (vulgo Carne Assada) poderia ter tido se não se cruzasse connosco.






                                              ESCREVE: VÍTOR GONÇALVES 

domingo, 10 de março de 2019

UM DUO NA PROCURA DA LIBERDADE!

Apelo ao meu poder de sintese que não é muito para dizer que saindo às 17h30 do local de trabalho(?) o Afonso e eu, resolvemos dar azo às nossas necessidades de liberdade total!!!
Vai daí fomos direitos ao Metro e Meio e depois à Porta-10-A  e mais tarde ao Saraiva´s.
Eram praí 22 e picos, 23 e coisa, 24 e tal resolvi telefonar ao Sr. Mendes Leal.
A hora não era a mais indicada mas ele e a esposa D. Irene acederam a que  fossemos a sua casa para terminar a noite em beautiful!!!
Por lá estivemos algum tempo, bebericando e trocando ideias, não o passo.

Lembro-me perfeitamente que à saída a D. Irene nos disse:"quando vos apetecer apareçam"!!!
Sei que o disse do fundo do coração, sentia-se.
Já não posso precisar se nessa noite ainda tivemos tempo de ir ao Jamaica "abanar o capacete", pois tudo isto se passou há mais de 38 anos.
Como eu gosto de cronicar!!!
Termino dizendo que foi uma noitada de grande calibre etílico mas nada de exagero no que diga respeito a faltas de ...respeito, aliás e há muitas testemunhas foi raro ter havido alguma vez cenas de pugilato ou confusão generalizada que me recorde apenas uma vez no Jokey ...fica para a próxima que o tempo urge e tenho muito...muitissimo que nada fazer, sim que ler o jornal e esperar pelo almoço será trabalho mas apenas mental e gastronómico.








                                            ESCREVE : VÍTOR  

FUMAR OU NÃO FUMAR... EIS A QUESTÃO!


Foi na 5 de Outubro que fumei o meu último cigarro.
Como todo e qualquer adolescente, que hoje tem a minha idade, tínhamos a pretensão de experimentar tudo e, acima disso, armar em homem.
Uma das experiências era, como não podia deixar de ser, dar a primeira... (o que estão a pensar?)...
Provavelmente até poderia ser isso mas não, mentes pecaminosas!...
Estava a falar no dar a primeira cachimbada, ou seja, fumar o primeiro cigarro.
Houve quem não passasse das primeiras baforadas e outros, como eu, tivessem fumado desalmadamente ao longo de muitos anos.
No tempo em que estive em África, cheguei a desbaratar quatro maços de tabaco por dia, da marca "Palmar", que era o mais parecido com o SG da Metrópole.
Um belo dia, em Novembro de 1975, o Governo aumentou o preço do tabaco descomunalmente. Decidi nesse dia que deixaria de fumar e assim fiz.
Andei mais de quinze dias com um maço de SG Gigante no bolso e o isqueiro para o que desse e viesse.
Ao fim desse tempo achei que estava curado e deixei o "espólio" em casa.
Mal dito mal feito. Deu-me um quebranto que nem vos digo.
Tabaco e isqueiro tinham ficado em casa e o Branco, a quem poderia pedir ajuda pois tinha a secretária junto da minha, tinha saído por qualquer razão.
Só tinha uma solução, ir à sala das Profissões Livres cravar um cigarro.
A "vítima" foi o Rui Vasco.
O diálogo foi mais ou menos este:- "Rui dá-me um cigarro. Tira um que o maço está aí em cima da secretária. Obrigado."
E voltei para a minha sala no intuito do acender (aqui um parêntesis, todos nós tínhamos na secretária uma caixa de fósforos e um frasco de lixívia, adivinhem os mais novos para quê!).
No caminho dizia de mim para mim:- "Se acendes este cigarro estás f.....do".
Quando cheguei ao meu poiso, abri a gaveta da secretária e, em vez de tirar um fósforo e acender o cigarro, atirei-o lá para dentro.
Guardei-o durante muitos anos até que um dia se desfez para grande desgosto meu.
Foi o meu último cigarro, já lá vão quase quarenta e quatro anos.
Deixo um conselho meu se me permitem: - NÃO FUMEM  pois o  gozo que isso dá e pelo tempo que dura só se pode comparar ao prazer gerado por uma (?!...) (o primeiro nome que se dá a uma receita muito boa com bacalhau cru! Também dá gozo mas dura pouco tempo!...).




                                        ESCREVE: CAMACHO

sábado, 9 de março de 2019

UM CASO DE INJUSTIÇA GRITANTE


Nem sei como hei-de começar uma vez que se há injustiças, e esta é das maiores que conheci como QUINTOBAIRRISTA não podia estar mais tempo sem aqui dar o meu testemunho que sei é comungado por alguns de vós

Refiro aquilo que foi feito a um dos que connosco trabalhou bastantes anos.





Era um funcionário exemplar, sabedor e interessado mas não  obstante isso foi "cruxificado" em vários concursos até que desistiu de se candidatar.


Servia para ser adjunto e até chefe, mas interinamente!!!
Efectivamente o Estado não é uma pessoa de bem, pelo menos para ele não foi e se todos nós lhe tivessemos seguido o exemplo a Função Pública estaria não no estado caótico a que chegou naquela altura e...agora, mas significamente bastante melhor.
Penso que já sabem de quem estou a tecer encómios e não julguem que sou seu advogado de defesa.

Só digo mais isto, era um Sportinguista "doente", para não dizer fanático e que actualmente vive em Figueira de Castelo Rodrigo mas não adianto mais nada, uma vez que espero em breve com a assinatura de alguns de nós escrever-lhe a convidá-lo para o próximo almoço, sim, eu tenho a sua morada completa







Já sabem por certo que estou a referir-me ao Jacinto José Padrão Branco.
  


Abraço QUINTOBAIRRISTA a quem tanto deu e muito pouco recebeu









                                                             ESCREVE: VÍTOR 

sexta-feira, 8 de março de 2019

QUINTOBAIRRISMO TODO TERRENO



Há QUINTOBAIRRISTAS a morar do Algarve a Trás-os-Montes.


Há QUINTOBAIRRISTAS nascidos do Algarve a Trás-os-Montes e um em Porto Santo.


Que se saiba pois a memória já vai dando uma fraquejada!!!



Que diversidade!!!
Que variedade!!!
Que multiplicidade!!!



Se não tivessemos nascido, tinhamos que ter sido... inventados!
Convenhamos que não seria fácil. Sim, inventar tanto gabirú?!!!
Há dias "descobri" mais um que entrou na "nossa" casa em 1963, deve ser o mais "veterano" vivo e que se conserve por muitos anos.


Nas fotos enviadas é fácil reconhecê-lo e por isso espero que em breve ele "apareça" no blogue pois é mais um que vem somar!!! Chama-se Fausto Mendonça e depois foi terminar a carreira na Inspecção Geral de Finanças.



Aqui na Casa recorda-se da Alice, Farinha, Camacho-pai, Muralha, Marques Lima, Casadinho, Niny Mestre isto que me lembre de ele ter referido.
DELGADO FARINHA
CAMACHO (PAI)





E é tudo que já não foi pouco.




                                   ESCREVE: VÍTOR