Anónimo6 de novembro de 2022 às 17:58
Bons tempos... Muito agradecido pela lembrança, um grande abraço e saudações a todos os quinto bairristas. Até uma próxima oportunidade. José Palmeiro.
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Anónimo6 de novembro de 2022 às 17:58
Bons tempos... Muito agradecido pela lembrança, um grande abraço e saudações a todos os quinto bairristas. Até uma próxima oportunidade. José Palmeiro.
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Um deles fazia anos e os outros dois, um não era dos "nossos", mas apenas colega, resolveram comprar um ramo de flores com uma dedicatória, que dizia mais ou menos o seguinte:
- Passas por mim muitas vezes por dia mas não me passas cartão nenhum.
E assinaram: FIFI!
Como sabem o Afonso vivia na Cova da Piedade antes de se ter casado.
Nos finais dos anos 70 comprei um carro por 60 contos, actualmente 3OO euros e fui a Beja como Ribeiro, que nunca tinha ido ao Alentejo, buscar o bólide.
Num desses jantares começamos a divagar e…nasceu a ideia de organizarmos uma festa de Natal para os nossos filhos.
Sugestão daqui, sugestão dali e nasceu o embrião.
Para angariar fundos foi sugerido fazer umas rifas, cujo prémio saía através do número da Lotaria Nacional.
Assim foi.
Para a ornamentação da sala onde iria decorrer a festa era preciso voluntários para se deslocarem ao local, na Praia Grande.
Que noites de pagodeira que terminaram com a dormida in loco.
Das festas propriamente ditas e foram algumas, lembro-me que na primeira, para além dos palhaços o meu pai fez uns números de ilusionismo o Reza cantou e houve umas palhaçadas a cargo do Vítor, do Dores de Carvalho e do Rogério, se não me engano.
Foi uma época que nunca mais esqueceremos e hoje, com os netos que temos, mais velhos que eles eram naquela altura é com nostalgia que relembro aqueles anos de 80.
Escreve: Camacho
Raposo prá próxima leva água choca que a velharia já não pode com uma g(a)ota desses líquidos da pesada!?!
Escreve: Vítor