segunda-feira, 7 de novembro de 2022

SAUDAÇÃO DO PALMEIRO AOS QUINTOBAIRRISTAS!

 


Anónimo6 de novembro de 2022 às 17:58

Bons tempos... Muito agradecido pela lembrança, um grande abraço e saudações a todos os quinto bairristas. Até uma próxima oportunidade. José Palmeiro.

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QUE A "PRÓXIMA OPORTUNIDADE" SEJA MUITO BREVE, COMPANHEIRO! GRANDE ABRAÇO QUINTOBAIRRISTA!





domingo, 6 de novembro de 2022

PALMEIRO, HERÓI QUINTOBAIRRISTA!


HOJE ESTÁ DE PARABÉNS!


O PALMEIRO É O
NOSSO BEBÉ DE HOJE!



 COMPANHEIRO DE SEMPRE!
 

"TEMÍVEL" CHEFE DAS TRANSACÇÕES, A QUEM UNS "ARTISTAS" CHEGARAM A FALSIFICAR  A ASSINATURA PARA OBTEREM BENEFÍCIOS!


PALMEIRO, COLEGA PACATO E AMIGO, SEMPRE PACIFICADOR...



"PORQUÊ E PARA QUÊ, MEU CARO SENHOR?" - ASSIM DESARMAVA OS MAIS EXALTADOS!




sábado, 5 de novembro de 2022

O MISTÉRIO DO RAMO DE FLORES OU, QUEM É A FIFI?

 


São três os personagens desta narrativa, sendo que dois são QUINTOBAIRRISTAS, mas que por ora vão ficar no anonimato. 

Um deles fazia anos e os outros dois, um não era dos "nossos", mas apenas colega, resolveram comprar um ramo de flores com uma dedicatória, que dizia mais ou menos o seguinte:

- Passas por mim muitas vezes por dia mas não me passas cartão nenhum.

E assinaram: FIFI!

 
Estavam na mesma sala e a florista, que 
não localizo, foi encarregada que ir entregar as flores e é evidente que se deparou com quem as tinha ido encomendar, mas não se chibou!
O recebedor das tulipas, rosas ou cravos meteu-as logo na gaveta e foi "abrir-se", precisamente, com quem tinha feito a "tramóia"!O que ele disse pode calcular-se mas eu não direi.
O melhor, no entanto, estava para vir porque ele convidou os dois para 
almoçar e festejar o seu aniversário!Bem ficaram "incomodados", mas lá foram e segundo  me disse um deles, mal podia encarar o aniversariante!

Até hoje, ninguém se abriu e por isso o outro ainda vive na dúvida que tem mais de 40 anos!






                                         


                                Escreve: Vítor 

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

HÁ SEMPRE UMA PRIMEIRA VEZ!...

 
Como sabem o Afonso vivia na Cova da Piedade antes de se ter casado.

Quando o meu clube,  DESPORTIVO DE BEJA,  ia jogar ao distrito de Setúbal rara era a vez que ele não me acompanhava. Almoçávamos, ou com a equipa, ou com malta amiga, que vinha de Beja para ver o prélio. 
Mas um dia resolvemos ir a Silves, mas de ..avião! O Afonso ia estrear-se. Se bem o pensámos, foi ...dito e feito!
Bilhetes comprados de ida e volta. Em Silves não há nem havia aeroporto logo telefonei para o meu amigo Chico Piçarra, que era um dos que ia a todas e assim apareceu no local combinado, almoçámos, já não sei onde, mas provavelmente no RUI em Silves, ou ...pouco interessa! O importante é que nessa época, finais dos anos 70, a bebida e comida "corriam" à farta!
Empatámos 0 a 0  e fora era sempre um bom resultado. 
Foi levar-nos a Faro...
Esperámos uma "eternidade" mas debalde!
A alternativa era irmos de autocarro ou ficarmos e só no dia seguinte "aviaríamos"!
Optámos por seguir no oito rodas!
Lisboa "recebeu-nos" já era dia e recordo-me que passámos a viagem a beber cervejolas, porque havia bar, ou melhor, a hospedeira transportava uma mala térmica!

Se fomos trabalhar nesse dia já não consigo lembrar-me, mas eu não era lá muito dessas "avarias"!

Bons tempos e com a companhia do Afonso era sempre fora do normal, nunca houve nada que saísse dos "eixos", mas nunca!








                                 Escreve: Vítor 

 

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

MUNDO PEQUENO!

 

Nos finais dos anos 70 comprei um carro por 60 contos, actualmente 3OO euros e fui a Beja como Ribeiro, que nunca tinha ido ao Alentejo, buscar o bólide.

Um dos meus irmãos que na altura estava na Àfrica do Sul depois de se ter pirado de Moçambique veio cá de férias e como precisava de ir a Almodovar pediu-me... emprestado o quatro rodinhas!
Claro que nem olhei para trás.

No regresso no Viaduto Duarte Pacheco com o piso escorregadio bateu por trás num "colega".
Só chapa!
Mal sabia eu com quem tinha sido!
Fomos a Sintra ter com o lesado,
Bernardo do Reino, meu antigo colega do Externato Alvalade, junto à antiga estação de Entre Campos.
O nome não vos diz nada, mas adiante.

Não o via desde 1963! Tudo resolvido depois de bastante conversa sobre as nossas vidas!
Anos 90 do século...passado em Quarteira, junto ao Mercado do peixe e legumes, ouço alguém:
- Que é que fazes aqui? 
- Isso pergunto-te eu?!


Conclusão o Bernardo, havia já uns anos, era dono do Restaurante mais famoso do Algarve, sito na Quinta do Lago: 
O GIGI!

Cada vez que me vê e já foram umas dezenas de vezes, pergunta-me sempre:
- Quando apareces?

A minha resposta é sempre a mesma:

- Qualquer dia!



PS-Fomos a Aljustrel ver o meu clube do coração DESPORTIVO DE BEJA.

Ganhámos 1 a O, golo do Albertino, infelizmente já lá está! Mas como o almoço nas Neves, no Restaurante Polícia, foi prolongado, quando começámos a ver o jogo já o resultado estava feito.
Logo, não vimos golos! Que importou se o meu clube ganhou?






                                                   Escreve: Vítor 


quarta-feira, 2 de novembro de 2022

FESTAS DE NATAL!



Naquele tempo fazíamos uns jantares, julgo que mensais, com a malta do 5º Bairro, que entretanto se tinha dispersado por Lisboa com a abertura de novos serviços.

Num desses jantares começamos a divagar e…nasceu a ideia de organizarmos uma festa de Natal para os nossos filhos.


Sugestão daqui, sugestão dali e nasceu o embrião.

Para angariar fundos foi sugerido fazer umas rifas, cujo prémio saía através do número da Lotaria Nacional.

Assim foi.


Uma vez, num restaurante de que não me lembro do nome, sei que era numa cave na Rua D. Luís de Noronha, calhou-me a mim vender as rifas, só que eu não tenho nada jeito para o fazer e vendi umas duas ou três e fiquei com as restantes. Só prejuízo, não fora ter-me saído um televisor marca Philips, que ainda o tenho embora não funcione desde a entrada da era digital.

Para a ornamentação da sala onde iria decorrer a festa era preciso voluntários para se deslocarem ao local, na Praia Grande.


Foi assim que o Dores de Carvalho, o Rui Vasco, o Rogério, Eu e mais algum que me escapa e respetivas famílias fomos até lá.

Que noites de pagodeira que terminaram com a dormida in loco.

Das festas propriamente ditas e foram algumas, lembro-me que na primeira, para além dos palhaços o meu pai fez uns números de ilusionismo o Reza cantou e houve umas palhaçadas a cargo do Vítor, do Dores de Carvalho e do Rogério, se não me engano.


Posteriormente houve o Carlos Alberto Vidal e o Rui Veloso, tal como o Vítor conta.

Foi uma época que nunca mais esqueceremos e hoje, com os netos que temos, mais velhos que eles eram naquela altura é com nostalgia que relembro aqueles anos de 80.





                           Escreve: Camacho 

terça-feira, 1 de novembro de 2022

ADITAMENTO À REPORTAGEM... FORA DE TEMPO, MAS SEMPRE A TEMPO!


Esqueci-me de dizer que já tinhamos abandonado o rectângulo de jogo(vulgo manjedoura), quando o organizador foi buscar um suplemento líquido de seu nome Cardhu , que servia para desintoxicar as goelas, bem como os poros que estariam lhenos de transpiração ou talvez de inspiração!


Mas, nem todos se submeteram aquele aditivo, o que foi o meu caso, porque se tomasse um teria que ser outro e outro ainda  e no dia seguinte estaria todo "afanado", mesmo sendo apenas "espetador"(novo AO), na qualidade de mister e guarda-redes suplente. 


Se for possivel coloquem este acrescento, porque faz todo o sentido saber que já da outra vez la´estava outra igualzinha e essa marchou a toda a velocidade! 


Raposo prá próxima leva água choca que a velharia já não pode com uma g(a)ota  desses líquidos da pesada!?!







                              Escreve: Vítor