domingo, 14 de abril de 2019

UMA DE ARREPENDIMENTO? NÃO FALTAVA MAIS NADA!

Pensava eu que iria contar alguma que se tivesse vivido no 2º. Bairro Fiscal  mas de manhã de...manhãzinha inda o Sol despertava, resolvi ir passar aonde trabalhei aqui onde a terra acaba e o mar começa,  onde já não ia há uns bons anos.
Acabei por encontrar uma antiga colega de nome Luisa e acabámos conversando durante largos minutos.
E o passado veio à tona e com ele muito nos rimos e por vezes emocionámos.
Porra as saudades também são fogo que ardem sem se ver!!!
Por muito que queiramos não conseguimos muitas das vezes esconder emoções e recordo-me que falando uma ocasião com um amigo da minha terra, BEJA, lhe disse que teria para mim sido muito melhor se sempre tivesse lá vivido por muitas razões.
A principal é que não teria conhecido tanta e tanta gente, logo o recato duma cidade com pouco mais de 15 mil habitantes não se podia comparar com as povoações , cidades, vilas e aldeias por onde vivi.
Claro que teria sido uma vida mais calma mas a vida é o que é ou foi e não aquilo que teríamos gostado que fosse doutra maneira.
Uma coisa que me faz certa confusão é ouvir por vezes algumas pessoas dizerem que nunca se arrependem ou arrependeram daquilo que fizeram, pois eu tenho opinião bem diferente, fiz algumas, não sei se muitas ou poucas que não teria feito.
Como dizia o Herman José: 
:"Não havia "nexecidade"!!!

Mas o passado não se pode apagar e assim sendo... bola pra frente!!!

E assim prá próxima vai estar em realce uma passagem com uma figura que conheci na Calçada do Cascão e que todos conheciam e que infelizmente já foi para os anjinhos...logo ele que era ainda mais ateu do que...eu!!!.








                                                               ESCREVE: VITOR 

sábado, 13 de abril de 2019

QUADRATURA DA TERRA!

Aqui há uns anos, poucos, encontrei uma miúda, quase da minha idade, que não via há mais de 40 anos e que conheci em Seia.
Encontro casual e inesperado mas não nos foi dificil reconhecermo-nos uma vez que ela continuava muito bem conservada!!!
Sabem o que me disse quase de imediato? "Eras cá um maluco"!!!
Respondi-lhe que apenas o tempo do verbo estava errado.
Tirem as vossas conclusões.
Ah! Mas acrescentou:- Lembras-te quando andavas com calças vermelhas e chinelos com sola de...corda?
-E que as pessoas pensavam que te gozavam? E tu  ficavas indiferente e por vezes alçavas a perna como que a toureá-las?
Resposta-Porra atão não me havia de lembrar?!!!
Rimos, até chorámos a rir, pois éramos os dois bem dispostos.
Tudo se passou salvo erro no ano de 1968.
Passados tantos anos mais de 45, calculem que ela tem uma neta a viver em Faro!!!


E ainda há quem diga que a Terra não é redonda!!!







                                    ESCREVE: VÍTOR 

sexta-feira, 12 de abril de 2019

CURSOS E MAIS CURSOS, MAS...

ESTA TEM BOLINHA!!
Quem não se lembra da D. Alice? Sim, dona pois tinha idade para ser nossa mãe!!!
Trabalhou connosco, logo QUINTOBAIRRISTA!!!
Na mesma sala, cozinha melhor dizendo, trabalhavam mais três colegas.
Um belo dia uma das outras começou a "picar"  a Alice, dizendo que era viúva dum major, que tinha um curso de bordados  e de piano.
E a Alice calada!!!
Mais isto e mais aquilo.
E a Alice...calada!!!
Depois como não houvesse qualquer indício de resposta, resolveu perguntar-lhe: - Então e a D. Alice que cursos é que tem?
E aí a Alice disparou:- Eu? Que curso é que tenho? Olhe tenho o curso de ...foder!!!



PS- Ainda não contive o riso e já lá vão bem uns  40 anos!!!



   



                             ESCREVE: VITOR 

quinta-feira, 11 de abril de 2019

LERPA EM DIA DE PAPA!

Nessa tarde houve tolerância de ponto pois chegava a Portugal o Papa.
Sei apenas que era João mas já houve tantos e até um português o foi, o XXI, que aqueloutro não tenho a certeza que número ocupava. Sei que tenho boa memória mas não posso abusar.
Com a  malta do costume fomos almoçar ao ZÉ, na avenida Marquês de Tomar e ficámos lá a jogar à lerpa...até às tantas.
Não, não vou dizer quem lá esteve, eu assumo "as despesas", já o mesmo não fiz quando no dia seguinte o dono me disse: Ó sr. Vitor(nunca gramei este tratamento!) ontem ficou cá a dever uma garrafa de scotch(deve estar mal escrito mas eu era bom a tomar uns drinks não a escrever ou falar british!!!).

Respondi: Eu? E então os outros? O diálogo continuou e rematei:- Olha Zé aponta numa pedra de gelo!!!

Com o tempo que já passou o gelo deve ter derretido(as alterações climáticas não perdoam!!!) e como agora ao que sei no local do antigo "enfarta brutos" está instalado um banco, divida derretida...divida saldada!!!

E acreditem é tudo verdade, não julguem que é "peta" do 1º. de Abril. 

Tenho testemunhas e são ...muitas!






                    ESCREVE: VITOR 

quarta-feira, 10 de abril de 2019

JORNADA CONTÍNUA?

Nessa tarde-noite, eu, Carvalho, Pimentel e o Varela, os dois últimos um trabalhava no 6º. BF,  e o outro na Tesouraria, corremos Ceca e Meca e o Vale de Santarém.
Depois, já o dia raiava, quando como sempre, o Pablo (Carvalho) começou a distribuição do pessoal, isto é, levava-nos a penates.
O Varela que residia ou lá perto na Rua Maria Pia, tinha a excelsa esposa à porta!!!
Bom, nem sei que vos diga, mas sem ser prolixo, direi apenas que fomos "enxovalhados" de tudo e mais alguma coisa!!!
Seus isto, seus aquilo a senhora desabafou só não nos deve ter chamado santos!!!
Rimos a bandeiras despregadas e saímos do local à velocidade do som!!!
Teve toda ou alguma razão pois marido que é marido, deve chegar a casa a horas de fazer o jantar e não a horas de tomar o pequeno almoço!!!
Estão vendo a minha sensibilidade para compreender o que se devia fazer e não o que se fazia? . 



   


                       ESCREVE: VITOR 

terça-feira, 9 de abril de 2019

CHEFE LEAL, BRANCO ET MOI MÊME...


Escreveu o Vitor sobre o Branco:
"...Era um funcionário exemplar, sabedor e interessado mas não obstante isso foi "crucificado" em vários concursos até que desistiu de se candidatar."
E sobre o Chefe Leal:
"...Como ser humano tinha defeitos e qualidades de que poucos se podem gabar.".
Fim de citação.

Nada, mas mesmo nada, a opor ao que o Vitor escreveu, mas há sempre um "mas" a emperrar a engrenagem.
Como o Vitor muito bem diz, o Chefe Leal tinha defeitos e, um deles, era ser teimoso, para não dizer casmurro e, talvez por isso, o problema do Branco.
Expliquemos o assunto então, com a minha experiência quinto-bairrista.
Por muito estranho que possa parecer nunca pertenci ao quadro do 5º Bairro Fiscal de Lisboa.
Ao vir da tropa tive que fazer um concurso para ser readmitido na DGCI, pois não tinha qualquer vínculo ao Estado. Entre três mil e tal concorrentes fiquei em décimo lugar e fui colocado na Repartição Central de Finanças de Lisboa como aspirante (?) "extra qualquer coisa".
Quando ingressei no quadro, por qualquer impedimento legal relacionado com o meu Pai que era ou tinha sido funcionário do 5º Bairro, escolhi o 6º que era no segundo andar da 5 de Outubro.
Conjuntamente com o Benites e a Manuela fui inaugurar as instalações do já então 9º Bairro, no Príncipe Real, para onde, pouco mais tarde, se mudaram os Serviços.
Vivia então na Av. do Uruguai e só tinha um autocarro para chegar à Patriarcal - o 15, que dava quase meia volta a Lisboa. Para chegar a horas apanhava o 15 nas Portas de Benfica pelas 7 e pouco da manhã e havia dias que só chegava à Repartição por volta das dez horas.
Contava aqui com a benevolência do Chefe Matos, que, talvez por viver em Benfica, perto do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, sabia bem deste problema.
A situação não podia manter-se por muito tempo, até pelo meu feitio.
Fui então falar com o Dr. Hélder Fernandes, expor a situação e ele colocou-me em comissão de serviço gratuita no 5º Bairro Fiscal de Lisboa.
Quando me apresentei, o Chefe Leal, pôs-me no contencioso com o Duarte Silva e a Espírito Santo.
O Zé Quintino, que queria ir para lá, não me largava, "de manhã à noite", para trocar com ele, até que um dia lhe disse para ele ir falar com o Chefe que eu não me importava de trocar. Se tenho arrependimentos na vida, este é, talvez, o maior.
Assim foi, o Quintino foi para o contencioso e eu não fui para o lugar dele mas para junto do Branco.
Foram anos em que a evolução fiscal que tive foi a de alfabetar papéis, nada mais...
Farto daquilo, um dia fui ter com o Chefe Leal e disse-lhe que queria mudar de secção pois estava farto do que fazia e queria evoluir.
A resposta dele foi que, naquela Repartição, não havia mudanças de funcionários dumas secções para outras, contrariamente ao que me tinha feito.
Contrapus que chegavam funcionários novos que iam para lugares que gostaria de ocupar.
Nada feito.
Como não consegui demovê-lo, saí do gabinete e fui ter com o Dr. Hélder Fernandes a dizer que queria acabar com a comissão de serviço gratuita.
Regressei assim ao 9º Bairro onde me mantive até ter ido inaugurar o 20º Bairro, então na Marquês de Tomar, onde reencontrei o Branco.
Num desabafo ainda disse ao Chefe Leal, que, pela casmurrice dele, tinha perdido um funcionário e que o Chefe Matos muito agradecia o meu retorno.
Vem isto a propósito do Branco e do meu caso em particular.
Se um indivíduo "não é filho dum cabo miliciano", como se costuma dizer e aqui todos sabem do que falo, como é que seria possível ter aproveitamento num concurso só lendo os Códigos? De certeza que não era a alfabetar papéis de manhã à noite!...
O Branco é um excelente condutor de homens mas, a meu ver, faltava-lhe o know how que só a prática nos pode dar com a teoria.
A meu ver foi esse o grande problema do Branco e só o não foi meu porque tinha o trunfo de poder regressar ao meu Bairro de origem onde fui reencontrar outro quinto-bairrista que me ensinou muito e a quem talvez deva o meu salto na progressão na carreira - o Vieira.
Por aqui me fico, de momento.





                            ESCREVE: MILITÃO CAMACHO





segunda-feira, 8 de abril de 2019

22 DE MAIO - DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS...


Como grande militar ou melhor militar grande, que fui, tipo canhão sem recuo ou óbus determino e mando publicar ou melhor publicitar!!!




Na preparação do almoço que se realiza no dia 22 de Maio ficam investidos:


Luis Pessoa-toda a parte publicitária e de cenografia;






Camacho-todos os contactos possiveis e imaginários;





André-todos os imaginários e possiveis contactos;






Vitor Gonçalves- toda a logistica, nomeadamente local, ementa,preço e tudo o mais que a sua imaginação alcance.




Quem quiser dinamizar tem carta branca, apenas terá que o fazer com denodo e sem desânimo.

Já escrevemos ao Branco, Palmeiro,Manuela, Monteiro dos Santos e Mendanha.
Só o Palmeiro ainda nos contactou mas ainda estão com tempo para as marcações.




PS- Salvo melhor opinião(ai de quem me contrariar!!!) a concentração será pelas 12 horas na Avenida 5 de Outubro no tal sítio de que temos, eu tenho, gratas recordações.

                                          O DITADOR em exercício,

                                         Assinatura ílegivel (pudera!)



                         ESCREVE: VITOR